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Em busca de novas jóias, a filosofia da base tricolor segue fazendo peneiras por todo o Brasil afim de encontrar os maiores talentos que se encaixem no perfil de xerém e seu esquema unificado de jogar.

O local escolhido para receber o belo projeto chamado "Tricolor na comunidade" foi a Ladeira dos Tabajaras, localizada no bairro de Botafogo, zona sul do Rio. 

A peneira recebeu atletas do sub-11 ao sub-15 e contou com os olhos atentos dos profissionais do scout tricolor com a supervisão do observador Pedro Henrique.

A próxima comunidade que irá receber o projeto do Fluminense será a Rocinha, no próximo dia 5 de setembro com a intenção de captar jogadores nascidos entre 2001 e 2007. A inscrição é gratuita, sendo necessário apenas uma cópia documento de RG ou certidão de nascimento.
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Imagem: Mailson Santana / Fluminense FC
Segunda rodada do Brasileirão: após vitória na estreia, o Fluminense batia o Santa Cruz até Jailson Freitas inventar pênalti em Grafite. Quinta rodada: depois de ganhar o Clássico Vovô, o time desperdiçou boas chances no Independência e ficou apenas no empate diante de um combalido Atlético, ainda na parte de baixo da tabela. Décima nona rodada: vindo de goleada sobre a Ponte em Edson Passos, um Inter em pedaços no Beira-Rio era o adversário perfeito para embalar. Mais um tropeço.  

Dentre outras, essas foram as principais oportunidades de emendar duas vitórias consecutivas desperdiçadas pela equipe de Levir Culpi na competição. Faltava uma sequência de resultados capaz de nos fazer acreditar em coisas grandes no Brasileirão. Nesse aspecto, a apertada vitória contra o Santa Cruz por 1 a 0, no Arruda, é animadora. A atuação passou longe de encher os olhos, mas, em um campeonato tão equilibrado, é fundamental conquistar o resultado quando se joga “mal”.


A importância de vitórias consecutivas vai além dos pontos somados na classificação. Uma progressão de êxitos revigora o estado anímico e enche o elenco de confiança, fator chave para qualquer sucesso no futebol. De nada adianta possuir bons jogadores, um modelo de jogo definido e um técnico com tempo de trabalho se o grupo não acredita na sua capacidade e não consegue vislumbrar voos mais altos. A inconstância destrói até projetos de grande potencial.  

Para voltar ao exemplo de 2011, citado por aqui na última coluna, foram quatro vitórias seguidas na virada de turno. Um time irregular, de meio de tabela e que não inspirava nenhuma confiança transformou-se em um real postulante ao título. Sonhar com o penta talvez seja exagerado à essa altura, porém está longe de ser inviável uma disputa por vaga na Libertadores. Todos os integrantes do bolo de cima oscilam e, com isso, abrem brechas para clubes da zona intermediária. Com um jogo a menos, a distância virtual do Fluminense para o G4 pode deixar de existir dentro de uma ou duas rodadas.

No entanto, será necessário jogar mais para bater o líder Palmeiras, no próximo domingo, no Mané Garrincha. E o próprio Levir reconhece. Os seis pontos contra América e Santa Cruz devem ser, sim, comemorados, independente do nível das atuações contra os dois últimos colocados. Há de se celebrar, também, que os dois resultados foram conquistados com gols de Henrique Dourado. O atacante apresenta evolução gradativa e já é um pilar do setor ofensivo, como esperado após sua contratação.

O ponto negativo fica por conta de mais uma atuação abaixo da crítica de Edson. Seu poder de marcação não compensa diante dos muitos erros que comete, comprometendo a saída de bola e pondo em risco a organização da melhor defesa do campeonato (!). Até mesmo Pierre, tão criticado, em especial pela recente renovação de contrato, entrou e foi mais eficiente que o camisa 8. Com a chegada de Orejuela, não vejo espaço para nenhum dos dois no elenco e espero que pelo menos um deles seja negociado.


A lamentar que o embate com o Palmeiras seja disputado em Brasília, onde o Fluminense nunca se sente em casa e raramente se dá bem. Fosse em Edson Passos e os ingressos rapidamente se esgotariam para o que já é o jogo mais importante do campeonato para o Tricolor, até aqui. Com a semana livre para treinos, será essencial preparar um time que produza mais do que vem produzindo em aspectos ofensivos, pois apenas solidez defensiva pode não ser suficiente contra o líder do Brasileirão.
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O que você acha de xerém? Acha que investir na base é tão importante quanto no profissional, ou acha que é investimento jogado fora já que muitos jogadores que se destacam rumam logo outros caminhos? Depois de responder essas perguntas, indague-se novamente, o que seria do Fluminense em 2010, se não fosse a molecada de xerém salvá-lo dos quase iminente rebaixamento de 2009? O que seria do time de 2015 sem Scarpa e Marcos Junio? Há tantas outras questões mais que eu poderia levantar...

O elenco desse ano ainda é fraco, mas até que os reforços não foram mal pensados nesse meio de temporada, a pena é que esse time só engrena mesmo ano que vem, até pela chegada de um meia de mais qualidade que é o Sornoza, coisa que falta ainda pra esse time. Entretanto não é do time profissional que eu quero falar em si, e sim dos destaques desse time, que são justamente garotos criados aqui.

Me arrisco a dizer que a melhor contratação da última janela foi um garoto que antes mesmo de completar 18 anos, já havia sido negociado com o Arsenal-ING, sem visto de trabalho, rodou por diversos times da Europa, mas acabou não tendo muita chance de vestir a camisa do gigante inglês. Wellington Silva como era chamado no inicio da carreira, voltou e sua contratação foi apontada por alguns como "eterna promessa que só joga na base, não vai servir". Mas Wellington vem mostrando que não é uma aposta, pra quem acompanhou alguns jogos deles em times menores da Espanha, via que até mesmo contra os gigantes Barcelona e Real Madrid, ele não respeitava zagueiro nenhum. Seus dribles que quebram a marcação vinha sendo uma característica cada vez mais rara no Brasil e principalmente no Flu, o último jogador que fazia isso com louvor, foi um companheiro de xerém e xará do atacante, Wellington Nem, que aliás, faziam um belo conjunto tanto no Flu, quanto nas seleções de base.

Estruturar a base tem sido a maior vantagem não só do Flu, como de outros clubes do Brasil, aliás, o que seria do Santos nos últimos anos sem Neymar e Ganso? Do São Paulo sem Lucas? E por ai vem "Gabrieis" Jesus, Gabigols, Luans(Grêmio), entre outros nomes que me escaparam no momento.

Talvez os clubes tenham voltado a ter paciência para tratar de seus jogadores formados em casa, tá na hora das torcidas acompanharem esse processo e ter o mesmo respeito que tem por outros jogadores que vem pra ganhar milhões de reais, juram amor ao clube, mas assim que pinta uma oportunidade, saem fora! Se a torcida tivesse mais paciência com Léo Pelé, talvez não tivessem que aturar 'Giovanis',


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Imagem: Mailson Santana / Fluminense FC
Todo tricolor que conhece mais a fundo o time pelo qual torce já esperava um tropeço contra um Inter em frangalhos, há dez partidas sem conhecer uma vitória (oito derrotas). Mas não precisava ser com requintes de crueldade. 

O Fluminense iniciou disposto a matar o jogo ainda no começo e logo abriu o placar no golaço de Scarpa aos dois minutos. Não recuou e seguiu com o controle da partida, comandado por um Scarpa dominante na intermediária ofensiva e por Douglas e Cícero cada vez mais donos do meio-campo.

Do outro lado, um bando de jogadores que sequer demonstrava resquícios de um esquema tático ou de um plano ofensivo de jogadas. Uma vez com a bola no terço final, os colorados arriscavam chutes de qualquer jeito, seja por falta de alternativa melhor ou pelo desespero de atletas em uma situação cada vez mais crítica, na qual sentem a necessidade de resolver todos os problemas em um único lance. Muito semelhante a uma certa seleção verde e amarela. 

E foi na base da tentativa de ser herói que Seijas, primeiro, obrigou Cavalieri a fazer grande defesa e, depois, empatou no minuto derradeiro da etapa inicial. O gol do venezuelano foi logo depois de uma (in)decisão extremamente infeliz de William Matheus. O Fluminense tinha flagrante superioridade numérica em um contra-ataque capaz de matar o jogo, mas o lateral prendeu a bola até ser desarmado e o castigo veio a cavalo. Minha reação a essa sequência de acontecimentos foi impublicável. 

Quando o Flu ainda vencia por 1 a 0, Gum marcou de cabeça e viu seu tento ser anulado após a arbitragem alegar participação de Cícero na jogada. Considero a marcação no máximo questionável, não vi como um erro determinante para o resultado.

Pode ter passado despercebido para muitos, porém a participação de Henrique Dourado me agradou. Não se escondeu do jogo e realizou de maneira efetiva o trabalho de pivô que dele se espera, prestando auxílio à linha de meias. A não ser por uma questão física não divulgada, não houve justificativa plausível para a troca por Samuel no intervalo. 

Diferente da correta substituição de um errático e nervoso Marcos Jr. por Danilinho, que entrou bem e contribuiu com uma assistência para o segundo gol de Scarpa, quando o equilíbrio era a tônica da partida. Vale destacar, também, a arrancada de Wellington na origem da jogada. A cria de Xerém impressiona por sua velocidade infernal aliada à agilidade na tomada inteligente de decisões. Com apenas três jogos, já é nítida a importância do camisa 11 para o time. 

O segundo gol colorado, já na reta final, é daqueles que fica passando na cabeça por um bom tempo, tamanha a bobeada da defesa com a bola "viva" na grande área. Assim como o gol, ficará como triste memória o tropeço diante de uma equipe que apresenta o pior futebol do campeonato nas últimas rodadas – Falcão foi demitido após cinco partidas.  Retrato de um Fluminense que não consegue decolar no Brasileirão, incapaz até mesmo de conseguir duas vitórias consecutivas. 

Para os mais supersticiosos, o Tricolor encerrou o primeiro turno de 2011 com os mesmos 25 pontos que tem, com 18 jogos, hoje. Na ocasião, o clube ocupava a 11ª colocação, uma abaixo da atual, e teve apenas um empate na primeira metade do certame nacional, bem menos que os sete deste ano. O segundo turno foi um show à parte de Deco, Fred e cia coroado com o terceiro lugar e a vaga direta para a Libertadores.

Não quero comparar a qualidade técnica dos dois elencos, mas serve de combustível para sonharmos com uma sequência mais vitoriosa no restante de 2016. Será muito difícil alcançar a parte de cima da tabela, porém é fundamental definir um time, manter um padrão de jogo e chegar na ponta dos cascos para a Copa do Brasil, na qual temos reais chances. 

Na próxima rodada, um América em ascensão, que se encontrou sob o comando de Enderson Moreira. O novo treinador já segurou um 0 a 0 com o Grêmio e venceu o Santos, dois dos postulantes ao título. Extrema dificuldade pela frente em Cariacica, onde espero ver o estádio cheio de tricolores para empurrar o Fluminense rumo a novas perspectivas no segundo turno.
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Com a eliminação em casa do Sub-20 tricolor ao empatar com o Grêmio, as atenções de xerém foram todas voltadas para a Europa, já que são duas as excursões em andamento da molecada.

Uma dessas é do Sub-17 que após um excelente resultado em na Generalli Cee Cup, mesmo sendo uma competição Sub-19, a equipe que chegou ao vice campeonato ao perder a grande final para o Sparta Praha era de uma categoria abaixo do que a competição permitia. Com as mesma características, o torneio Aesch, na Suíça, também foi disputado pela equipe Sub-17 e mais uma vez chegou na final, infelizmente o final foi o mesmo, segunda colocação da competição, porém o sentimento é de trabalho bem feito.

No torneio Suiço, o Flu venceu o Fulham-ING, a Seleção de Aesch-SUI, e empatou com o Basel-SUI, passando para a semifinal, na qual eliminou a Juventus-ITA por 1 a 0. A final foi disputada contra a equipe do Estrela Vermelha-SER e a diferença de idade fez a diferença e o tricolor perdeu por 3 a 0 para o time de Belgrado.

- Mais uma competição importante, mostramos um bom futebol e conseguimos chegar em mais uma final. Viemos com uma equipe sub-17, enfrentamos meninos de até 19 anos e isso faz muita diferença em uma final. Queríamos o título, mas estamos satisfeitos pela nossa campanha, pela determinação da molecada e pelo futebol apresentado. Fomos muito elogiados e tenho a certeza de que foi um grande aprendizado para mim e para os jogadores. Eles vão voltar para o Brasil mais maduros como atletas e principalmente como pessoas – disse o técnico Leonardo Ramos.


A equipe Sub-19, está na África do sul, disputando o Torneio de Durban. Após perder na estréia, o Flu venceu o Rangers da Escócia por 4 a 3, com o gol da vitória sendo convertido no minuto final de jogo, com Pedrinho, que por sinal foi eleito o melhor da partida. O camisa 10 tricolor participou de todos os gols do Flu, dando duas assistências para Caio fazer seus dois gols, e marcando os outros dois, um de falta e um de pênalti aos 48 do segundo tempo.

Com a vitória sobre a equipe da Europa, o Sub-19 do Fluminense chegou a três pontos e está na segunda colocação do grupo B da competição. Na próxima – e última – rodada da primeira fase, na terça-feira, o Tricolor enfrenta a Seleção Sub-19 da África do Sul, líder da chave, com seis pontos. Somente os dois primeiros de cada grupo avançam para a fase semifinal.


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*Por Daniel Souza

O Fluminense conseguiu um resultado importantíssimo em sua caminhada no Campeonato Brasileiro.  Venceu a Ponte Preta for 3 a 0, com mais uma ótima participação da torcida tricolor, que parece ter comprado a ideia de jogar em Edson Passos. Tanto ontem quanto diante do Cruzeiro, abraçou o time e criou uma atmosfera hostil ao adversário. Depois de seis meses jogando em campos praticamente neutros, é bom demais jogar em casa.
Aos que não viram o jogo,o placar sugere uma partida fácil e sem sustos, porém, não foi isso que aconteceu. O Fluminense, ao contrário de outros jogos em que perdeu dúzias de gols, dessa vez teve apenas cinco finalizações em toda a partida, das quais três resultaram em gol. Para que se tenha uma ideia, a Ponte finalizou quinze vezes (mas com péssima pontaria, ameaçou pouco – apenas três dessas finalizações foram na direção do gol). Fomos muito eficientes, o que compensou alguns jogos em que pecamos nas finalizações e definições de jogadas.
Não considero que tenha sido uma grande atuação. No primeiro tempo, o Tricolor pouco produziu além do gol – em cobrança de falta, Scarpa cruzou e Cícero, um pouco impedido, testou para o gol. A Ponte chegou a esboçar uma pressão nos minutos finais da primeira etapa, mas não definiu bem as jogadas e ofereceu pouco perigo real ao nosso time.
Assim como diante do Ypiranga, Wellington entrou no intervalo e mostrou serviço. Já com 2 minutos, tabelou com Marcos Junior e por pouco não conseguiu passe certeiro para Henrique Dourado finalizar. Ainda nos primeiros minutos, mais uma assistência de Scarpa para gol de cabeça de Cícero.
A partir desse momento, o jogo foi administrado pelo Fluminense. Aos 17 minutos, Levir tirou o centroavante Henrique Dourado e promoveu a estreia de Danilinho, formando um quarteto ofensivo de boa mobilidade com Scarpa, Wellington e Marcos Junior. Wellington deu números finais à partida com um verdadeiro golaço por cobertura. 3 a 0. Um Fluminense em nada encantador, porém eficiente e sólido defensivamente. Três pontos merecidos.
Sobre a defesa, vale ressaltar: nossos números defensivos no Brasileirão são bons. 16 gols sofridos em 17 jogos (menos de 1 por partida). Nos últimos 5 jogos, apenas 1 gol sofrido. Mérito não somente da dupla de zaga, que tem se saído bem, mas também de toda a equipe, que apesar de receber muitas críticas (algumas delas justas), tem mostrado uma boa disciplina defensiva na maioria dos jogos.
Os problemas do Fluminense têm se concentrado na parte ofensiva. Finalizamos pouco na maioria dos jogos, e quando conseguimos finalizar, por vezes perdemos chances claras que já nos custaram pontos cruciais. Contudo, é preciso elogiar Gustavo Scarpa, que teve, de fato, algumas partidas abaixo da média, mas que é, sem dúvida, o principal jogador da equipe em 2016. Com 5 assistências para gols, é um dos líderes do campeonato no quesito, além de liderar absoluto em assistências para finalizações – são 43 até aqui (números do site Footstats). Todo jogador pode ser criticado, mas acho injusto minimizar a importância do nosso camisa 40, que, em meio à dificuldade que temos tido na produção ofensiva, é, de longe, o jogador mais criativo do time.
Queria ressaltar mais uma vez o quão bacana é essa relação time-torcida em Edson Passos. Não só pela presença da torcida, que não teve dificuldade para encher o estádio nos dois jogos lá, mas pela participação da mesma, que tem incentivado muito o time e feito de Edson Passos um alçapão tricolor, a nossa verdadeira casa, em meio a um 2016 tão atribulado.
Lamento apenas que tenhamos levado 15 rodadas para estrear no estádio. Para o torcedor de arquibancada, o primeiro semestre longe do time foi uma verdadeira tortura. Além disso, o fator casa tem claramente motivado os jogadores, que foram reflexo da energia e eletricidade transmitidas pela torcida contra Cruzeiro e Ponte Preta. Ser um time itinerante por seis meses foi ruim para o torcedor e eu diria até para o próprio rendimento do time. Sem falar do cansaço decorrente das inúmeras viagens. Uma pena a lentidão de todo o processo de negociação e reforma do estádio. Perdemos muito tempo.
Queria finalizar tecendo elogios a Wellington, que teve um início brilhante em sua volta ao Fluminense. Entrou no intervalo nos dois últimos jogos e se saiu muito bem. Mostrou habilidade, inteligência e muita vontade de contribuir. É extremamente prematuro se empolgar demais com o jogador, mas até aqui, gostei muito do que vi. Sinceramente, não sabia o que esperar do atacante, que sem dúvida tem muito talento, mas teve passagem apagadíssima pelo futebol europeu. Mas torço para que ele siga excedendo minhas expectativas e se torne muito importante para o time.

*Daniel Souza é tricolor fanático e estudante de economia nas horas vagas. Twitter:@DanielFFC07

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Após um empate contra o Corinthians na última partida em 0 a 0 e com um a menos desde os 29 minutos do primeiro tempo, o Flu conseguiu a vantagem de depender somente de si para garantir a vaga na última rodada na segunda fase do campeonato brasileiro sub-20.


Com oito pontos na tabela, a molecada de xerém receberá hoje(26), às 15h, nas Laranjeiras, o Grêmio, que já está desclassificado com nenhum ponto somado até aqui. Quem pode atrapalhar a vida do Fluminense é o rival Botafogo que vem logo atrás e no mesmo horário recebe o já garantido em primeiro lugar, Corinthians, no Caio Martins. Somente dois de cada grupo se classificam para a fase final. Uma vitória simples em casa garante a garotada na semifinal da competição.

No outro grupo o Coritiba já está classificado com onze pontos, São Paulo, Internacional e Ponte preta ainda tem chances de classificação. O colorado é quem teoricamente tem a maior chance de classificação com seis pontos e recebe a Ponte em casa na Morada dos quero-queros, o São Paulo que vem logo atrás com cinco pontos, recebe o já classificado Coxa, a macaca tem quatro pontos e corre por fora pra se classificar.

Sub-17



Parte do elenco da categoria Sub-17 está na Republica Checa e conseguiu chegar a final, após bater o RB Leipzing por 4 a 3 na semi, enquanto isso, na Taça BH, o Flu caiu nas semifinais para o Palmeiras após perder por 4 a 3 para o clube paulista.

Na competição européia, o Fluminense vem fazendo bonito e ira reeditar a final do ano passado com o Sparta Praha -CZE. Mesmo com um time dois anos mais novo que o RB Leipzing-ALE, o Flu conseguiu impor seu futebol (Assista o jogo completo aqui) e sair com a vitória. O tricolor chegou a abrir 3 a 0 no placar, mas com mais força física, o time alemão conseguiu correr atrás do placar e marcar dois gols, porém a molecada conseguiu manter sua filosofia e fez o quarto gol ampliando a vantagem. No fim do jogo o
adversário ainda fez o terceiro gol, mas não teve tempo pra mais nada e o Fluminense se classificou para a final.

Shutz duas vezes, Paulo Vitor e Matheus marcaram os gols do Fluminense, a final será amanhã(27), às 13h. O Sparta Praha derrotou a Ponte Preta na outra semifinal.

Futsal Tricolor 


O fim de semana do futsal tricolor foi de títulos. Com duas taças em três finais, o Fluminense mostrou o quão forte é seu trabalho nas quadras do Rio de Janeiro. O Sub-11 conseguiu o título após golear o Vasco por 6 a 1, com direito a ter o melhor jogador da partida, Arthur, e o artilheiro da competição, Agner.

O Sub-13 foi campeão superando também o rival cruzmaltino, agora por 5 a 2. já o Sub-15 foi derrotado mesmo com muita luta para o Madureira por 3 a 2 e ficou com o vice campeonato.

O semestre do Flu foi de grandes resultados, em sete finais, foram quatro títulos, e duas semifinais em nove categorias. Sem contar o título do Sub-7 no Torneio Inicio Cidade Maravilhosa e aos dois títulos da RIOFUTSAL nas categorias Sub-6 e Sub-7.
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