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O fim de semana foi só vitória para a molecada de xerém, do Brasil ao continente europeu, o Fluminense conseguiu sair vitorioso em todos os 18 jogos em que a base entrou em campo. Os 116 gols marcados deram uma média de 6, 44 gols por jogo no fim de semana, sem contar que os três pontos conquistados na Série A do Brasileirão no domingo, vieram dos pés de dois atletas formados pelo tricolor. Os destaques ficaram por conta do Sub-11 que venceu o Botafogo por 8 a 0 e o Sub-13 que vence o América por 11 a 1.

Outro destaque ficou por conta do paraguaio Alexis Rojas no jogo do Sub-20 do Flu pelo Torneio OPG. O Fluminense venceu o Itaboraí por 2 a 0, sendo um gol da contratação tricolor que passa por um procedimento para ganhar massa muscular no Flu, porém já mostrou sua cara logo aos treze minutos do primeiro tempo. O outro tento foi marcado pelo camisa 11 Marquinhos, doze minutos depois.



Confira todos os resultados do Flu em todos os campos do Brasil e do mundo:

Xerém – 9 jogos, 40 gols marcados e 6 sofridos
Sub-11 – Fluminense 8 x 0 Botafogo – Metropolitano
Sub-12 – Fluminense 4 x 3 Botafogo – Metropolitano
Sub-13 – Fluminense 11 x 1 América – Metropolitano
Sub-14 – Fluminense 6 x 0 América – Metropolitano
Sub-15 – Fluminense 3 x 2 Portuguesa – Taça Rio
Sub-16 – Fluminense 1 x 0 Vasco – Guilherme Embry
Sub-17 – Fluminense 3 x 0 Portuguesa – Taça Rio
Sub-20 – Fluminense 2 x 0 Itaboraí – OPG
FluEuropa – STK Samorin 2 x 0 Banska Bystrica – Liga II
Futsal – 9 jogos, 76 gols marcados e 11 sofridos
Sub-7 – Fluminense 13 x 0 Securitarios – Carioca
Sub-8 – Fluminense 7 x 2 Araruama – Carioca Série Prata
Sub-9 – Fluminense 5 x 1 Bangu – Carioca Série Ouro
Sub-10 – Fluminense 13 x 2 Araruama – Carioca Série Prata
Sub-11 – Fluminense 5 x 1 Bangu – Carioca Série Ouro
Sub-12 – Fluminense 10 x 1 Araruama – Carioca Série Prata
Sub-13 – Fluminense 6 x 1 Bangu – Carioca Série Ouro
Sub-15 – Fluminense 10 x 1 Tamoyo – Carioca
Sub-17 – Fluminense 7 x 2 Tamoyo – Carioca


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Por Cayo Pereira, Clayton Mello, Guilherme Bianchini e Maria Costa

O FluLink deu seu pontapé inicial na cobertura sobre a eleição presidencial do Fluminense deste ano. Em acordo com os três candidatos confirmados até o momento, faremos um giro de entrevistas com cada um.

O primeiro entrevistado é o candidato Pedro Abad. Auditor da Receita Federal, ele é formado em Engenharia de Computação pelo Instituto Militar de Engenharia. Abad é o candidato da atual chapa que comanda o Fluminense, a Flusócio. Aberto aos questionamentos, reforçou que a atual gestão teve um bom caminho no âmbito financeiro e que isso abriu portas para investimentos em muitas frentes no clube. Também falou abertamente sobre questões adversas da atual gestão, como o cerceamento ao site de notícias NetFlu, mídia segmentada relacionada ao Fluminense e também a relação com a FERJ, desafeto nos últimos anos.

Confira na íntegra a entrevista com Pedro Abad:

1. O que levou você a aceitar o convite da Flusócio e consequentemente sair como candidato da situação?

Na verdade não foi um convite da Flusócio, foi uma vontade minha que sempre esteve na minha cabeça. Sempre achei que um dia estaria neste lugar e este ano a coisa ficou mais forte. Foram várias pessoas me chamando, me pedindo que encarasse o desafio, consegui acertar minha vida e vamos partir para esse desafio de muita responsabilidade, mas também de muito prazer.

*** 2. Peter e sua direção seguem buscando um patrocinador master para o Fluminense neste fim de gestão. Caso não haja acordo até a troca da presidência, qual é o seu plano para encontrar um novo parceiro?

As negociações com parceiros precisam ser analisadas no ponto de vista econômico que vive o país. Hoje em dia, qualquer parceria que envolva o Fluminense possui valores muito relevantes e o investidor neste momento demanda de um tempo de análise e o clube geralmente não tem tempo para esperar. A gente pretende abrir mais frentes de negociação, fazer apresentações que mostrem o valor da camisa, o retorno dado, buscando encontrar esses parceiros. De qualquer maneira, a gente tem muita confiança que até o fim deste período a gente já deve estar com um patrocinador master e outras propriedades da camisa vendidas.

3. O equilíbrio financeiro do Fluminense é real ou fictício? O que precisa mudar?

O equilíbrio é real. O que acontece é que o clube possui um volume de dívidas muito grande, mas através do trabalho de reorganização, de gestão junto aos órgãos públicos, de aproveitamento das oportunidades que as leis fiscais e trabalhistas nos deram, a gente conseguiu equacionar essas dívidas de forma que hoje conseguimos pagar de forma parcelada, em um prazo elevado que permite que tenhamos um fluxo de caixa previsível. Sem esse equilíbrio, a gente não conseguiria recursos para o clube. Acabamos de receber R$4,5 milhões que vão pagar a folha de salário dos esportes Olímpicos e estamos com outros editais prontos para ter mais recursos. Isso é fruto do trabalho feito pelo presidente.

A responsabilidade do presidente é manter esse equilíbrio e na medida do possível ir quitando algumas dívidas que são maiores que as outras. Dívida bancária é algo que possui juros altos, então precisamos matar assim que possível. O planejamento é sempre que tiver uma receita inesperada, que possamos pagar um pouco da dívida e também fazer investimentos, seja no futebol ou no clube, sempre dividindo de uma forma adequada.

4. Pretende promover alguma alteração no projeto Samorín?

O Projeto Samorín é muito amplo. Os sócios e as pessoas que acompanham o Fluminense pela internet têm uma pequena noção do que é o projeto. Ele faz parte de um contexto. Qual é o contexto? Ele foi colocado ao lado de um centro de desenvolvimento esportivo gigantesco, é o segundo maior do mundo. Os jogadores que estiverem lá vão poder utilizar dessa estrutura. Além disso, o nosso projeto é levar o Samorín a primeira divisão. Alcançando esse objetivo, vamos buscar atrair investimentos de peso para fazer com que o Samorín se torne um clube mais competitivo ainda dentro da Europa. Onde é o fim disso tudo? É a gente arrumar o Fluminense internamente. Organização, saneamento de dívidas, de uma maneira que o clube seja alvo de maiores investidores no futuro. Atualmente temos uma competição muito dura com outras equipes favorecidas por uma cota de televisão maior e de receitas. Se a gente não partir para outras opções a não ser brigar especificamente por dinheiro, vamos perder. Então, inicialmente vamos preparar o Samorín e junto com a preparação do Fluminense. Alcançando o objetivo, vamos trazer isso para cá, de forma que a gente obtenha grandes investidores e consiga receitas e conquistas a altura do nosso clube.

5. Como será a relação do Fluminense com a FERJ caso você seja eleito? A atual gestão viveu em litígio praticamente os seis anos de mandato e sofreu muitas retaliações por conta disso.

A defesa dos interesses do Fluminense estará sempre em primeiro lugar. Minha gestão sempre irá defender os interesses do clube. Por outro lado, sempre que houver a possibilidade de diálogo e isso não se aplica só a Federação do Rio, mas também com outras entidades esportivas que possuímos relacionamento, vamos fazer. De qualquer maneira, a gente já tem alguns litígios estabelecidos e temos que enfrentar de igual para igual. Não existe nenhum receio de partir para o confronto se for necessário. Porém, podendo dialogar, é sempre melhor.

6. Notamos as felicitações do Fluminense aos seus ex-atletas na Olimpíada Rio 2016. Qual é o seu projeto para os esportes Olímpicos do clube? O que é preciso para que possamos manter esses atletas e ter a alegria de uma medalha representada pelo fruto de um bom trabalho realizado?

Os esportes Olímpicos do Fluminense possuem uma grande tradição. A história do Fluminense vai além do futebol. Hoje em dia, esporte de alto desempenho precisa de dinheiro. Para se ter atletas, técnicos dedicados a isso, demanda dinheiro. Hoje, como já temos as certidões negativas, conseguimos elaborar projetos para serem levados até as entidades que destinam dinheiro a esses projetos, de forma que a gente consiga investir no esporte de alto desempenho e gerar os atletas que vão trazer o orgulho, a visibilidade para a marca Fluminense. Isso tudo está muito claro pra mim, já conversei com diversos representantes dos esportes Olímpicos e todos eles sinalizam muito positivamente neste sentido. Já mapeamos com representantes de tiro, natação, tênis... Todos eles já foram contactados com a intenção de entender as necessidades e aonde cada esporte tem que caminhar.

7. A gestão Peter impediu os trabalhos do NetFlu dentro do clube. Qual é a sua visão sobre isso? Caso vença a eleição, essa medida será mantida ou o canal terá seu direito devolvido?

Eu não sei dizer exatamente os motivos que levaram o clube a tomar essa decisão. Temos duas formas de analisar isso: A gestão nestes últimos seis anos foi exercida de forma muito responsável. São pessoas que dão valor a imprensa, entendem que é um trabalho muito importante não só para o esporte, mas para a sociedade. Sem procurar saber o que houve realmente, fica muito difícil opinar. De qualquer maneira, já conversei com o pessoal do NetFlu e quero chamar para uma conversa, visando entender o que houve e estabelecer uma forma de trabalho que atenda os interesses do clube e os interesses da imprensa no geral.

8. Qual é a sua opinião sobre demitir um técnico com um mês de temporada? (Referência a demissão de Eduardo Baptista em 25 de fevereiro deste ano).

O técnico sempre acaba pagando o pato nessa cultura instalada. Acho que é muito importante procurar envolver o técnico em um projeto e procurar acreditar nele do que simplesmente tomar uma atitude acalorada. Como eu não estava no futebol naquele momento, não sei o que levou efetivamente a gestão a fazer isso. Porém, o importante é que se tenha um projeto que valorize ao longo prazo. O que não quer dizer que eventualmente não se precise corrigir o rumo, as vezes o profissional não se encaixou com o elenco ou não se adaptou a filosofia do clube. Tem muita coisa que pode fazer dar certo, como também ao contrário. Geralmente é caso a caso, mas o interessante é se propor a criar uma estrutura de direção de futebol que vise projetos longos, que é o que dá estabilidade, entrosamento, ganho de rendimento. Quanto mais tempo se trabalha junto, melhores resultados são conquistados.

9. Aponte, especificamente, um grande erro e um grande acerto da gestão Peter.

Um erro foi a pouca aproximação com o sócio, pouca comunicação. Na minha opinião não é propriamente um erro, mas uma deficiência. As ações feitas foram boas, mas acho que poderia ter mais, uma interação mais ágil, de forma a trazer o sócio e o torcedor para mais próximo, que houvesse mais conteúdo para que ele se sentisse mais pertencente a vida do clube.

Um grande acerto, não tenho a menor dúvida, foi a responsabilidade financeira. Erros e acertos acontecem, faz parte de uma gestão, mas acho que nessa questão, o clube acertou muito mais do que errou e hoje a gente tem o resultado disso que vai ser longo. O fluxo de caixa planejado, poder obter outros recursos que vão catapultar os esportes Olímpicos e o próprio futebol de base pode se aproveitar disso. Além, claro, de algo que não vou nem me estender muito que foi o Centro de Treinamento. Levantou o Fluminense em um patamar que a gente não podia imaginar. O Pedro Antônio foi um monstro nessa entrega da gestão. Ele trabalhou incessantemente e fez o CT em um custo que é inacreditável. Isso é pra sempre.

10. Deixe sua mensagem aos torcedores e sócios que irão decidir o futuro do Fluminense nesta eleição.

Quero dizer ao torcedor e ao sócio que a gente está fazendo parte de um projeto que começou em 2011, que tentou de toda forma reduzir a influência de um passado nefasto que tivemos no clube, um cenário quase de terra arrasada e que não termina nestes seis anos. A minha candidatura é uma parte importante de um projeto que começou com a reformulação de Xerém, com uma nova forma de fazer gestão e agora é a vez de partir efetivamente para dentro do futebol, fazer algo diferente dos últimos anos, principalmente nestes dois últimos anos. Queremos um futebol vencedor, ainda mais estruturado e posso dizer que temos um horizonte muito bom para o clube e tenho certeza que o sócio que depositar a confiança em mim, não vai se arrepender. Vou trabalhar demais, estou muito motivado, estou decidido a fazer pelo menos os próximos três anos de muito trabalho e muita dedicação para que o Fluminense seja principalmente um clube vencedor onde disputar. É isso que quero fazer.

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*** Quando questionado sobre a questão do patrocinador master, ainda não havia o anúncio da Caixa Econômica Federal quanto a parceria com o Fluminense que será selada na próxima terça-feira, 20 de setembro.

Fique ligado nas nossas redes sociais! O candidato Pedro Abad respondeu algumas perguntas de bate-pronto que irão ao ar diretamente no Twitter em formato de vídeo.

O próximo entrevistado será o candidato Pedro Trengrouse, no dia 24 de setembro. 


Saudações Tricolores!
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As equipes Sub-15 e Sub-17 do Flu vão conseguindo se manter na zona de classificação da Taça Rio, segundo turno do carioca da categoria. A molecada mais nova encontra-se em terceiro na classificação, atrás somente de Flamengo e Botafogo, enquanto a equipe Sub-17 é líder do seu grupo, porém tem um jogo a mais que Flamengo e Botafogo que vem na segunda e terceira posição com 16 e 15 pontos respectivamente.

Enquanto isso o projeto da base do Flu vai além de Xerém. Se não bastasse o plano de carreira que ajuda diversos jogadores a realizarem o sonho de se tornarem profissionais, com a aquisição do Samorin, que ainda está invicto na segunda divisão eslovaca, o Fluminense expande seus horizontes em termos de formação de jogadores.

Não bastasse o CT que tem em xerém, o Flu fez uma parceria Xbionic Sphere para que o Samorin treinasse em um dos mais modernos e equipados espaços de treinamento da Europa(Veja aqui), Com mais de 1 milhão de metros quadrados para mais de 27 tipos de esportes olímpicos, a Xbionic Sphere oferece a pártica de esportes, lazer e congressos em um único lugar.

- Quando fizemos o estudo de viabilidade para trabalhar com o STK Samorin, um dos fatores analisados foi que a cidade teria um dos maiores complexos esportivos do mundo, o maior do leste europeu. O FluEuropa é um projeto planejado e com inúmeras possibilidades no futuro. As principais modalidades esportivas da Eslováquia trabalham no Xbionic Sphere. Não tem custo para o Fluminense. É uma relação “ganha-ganha”: utilizamos a estrutura e servimos de chamariz – comentou o gerente da base e coordenador do FluEuropa, Marcelo Teixeira.

Além disso, o Fluminense conseguiu dividir um estande com a Xbionic na maior feira de futebol do mundo, a Soccerex, que ocorrerá no fim do mês em Manchester, na Inglaterra.


Futsal Tricolor

Com seis vitórias em 7 partidas, a molecada do futsal tricolor segue encantando pelas quadras do Rio de Janeiro. Os destaques do fim de semana foram o Sub-7 atropelou o JTC por 13 a 2, e o Sub-11 passou por cima do Madureira fora de casa, por 9 a 2. Confira os resultados do fim de semana: 

Série Prata :
Sub-8 – Mara 6 X 8 Fluminense
Sub-10 – Mara 3 X 3 Fluminense
Sub-12 – Mara 5 X 11 Fluminense
Série Ouro
Sub-7 – Fluminense 13 X 2 JTC
Sub-9 – Madureira 0 x 7 Fluminense
Sub-11 – Madureira 2 x 9 Fluminense
Sub-13 – Madureira 1 x 5 Fluminense
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Imagem: Getty Images
A temporada de 2016 ainda está em andamento, mas a diretoria do Fluminense já se movimenta para reforçar o elenco do próximo ano. Após fechar com o meia Junior Sornoza, do Independiente Del Valle-EQU, para 2017, o clube anunciou nesta quinta (01) a assinatura do pré-contrato com o volante Jefferson Orejuela, de 23 anos, outro destaque equatoriano do vice-campeão da Copa Libertadores.

Orejuela, recém-convocado para defender a Seleção do Equador pela primeira vez, esteve no banco na derrota para o Brasil, por 3 a 0, e não foi utilizado. Antes da partida, o volante falou com exclusividade ao FluLink. Confira:

FluLink: Já tem uma data para vir ao Rio de Janeiro conhecer as instalações do Fluminense?

Orejuela: Dependo das partidas pelo Independiente no Campeonato Equatoriano. Pode ser que eu viaje em setembro.

FluLink: O que sabe sobre o Fluminense? Conhece algum jogador?

Orejuela: Para ser sincero, não.

FluLink: E do futebol brasileiro em geral? Algum jogador que te agrade...

Orejuela: Tivemos a oportunidade de jogar no Brasil e conhecer um pouco através da Copa Libertadores. Gosto de jogadores como Dani Alves, Casemiro e Neymar.

FluLink: Fale um pouco mais sobre seu estilo de jogo.

Orejuela: Sou um volante central* com muita vontade, rápido, dinâmico e de poucos erros de passe. Também posso jogar um pouco mais adiantado, pela direita ou pela esquerda.

*Nota da redação: nos outros países da América Latina, "volante central" representa um 1º volante que participa de saída de bola e distribuição do jogo.

FluLink: A contratação de Sornoza te motivou a aceitar a proposta do clube?

Orejuela: Sim, com certeza.

FluLink: Foi uma surpresa para vocês, do Independiente Del Valle, que chegassem tão longe na Libertadores deste ano?

Orejuela: Sempre confiamos no que podíamos alcançar e essa foi a chave para que chegássemos tão longe.

FluLink: Deixe um recado para o torcedor do Fluminense que aguarda sua chegada.

Orejuela: Escolhi me juntar ao Fluminense em 2017. Espero dar alegrias a toda essa torcida que sempre está apoiando uma equipe grande como o Fluminense. Nos veremos em breve.


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Após uma grande pausa no calendário, o Sub-20 do Fluminense voltou a campo nesse fim de semana pela estréia do Torneio OPG e venceu o Duque de Caxias por 4 a 0 com gols de Marquinho, Paulinho, Frazan e Pedrinho de pênalti. A segunda rodada será na próxima sexta feira, às 10h, contra o América. Além do Duque de Caixias e América, AD Itaborai, Boavista e São Cristóvão também se encontram no Grupo D da competição.

O time que o técnico Luiz Felipe mandou a campo foi Julio César; Breno Caetano, Frazan, Derlan e Mascarenhas; Mateus Norton (João Victor), Wendel (Guilherme) e Paulinho; Matheus Alessandro, Marquinhos e Derek (Pedrinho).

No Sub-17 e Sub-15, houve clássico duplo contra o Vasco pela Taça Rio. Ambas as partidas terminaram empatadas. O Sub-17 ficou no 1 a 1 e como está no regulamento, a disputa pelo ponto extra foi ganha pelo adversário, assim como a partida do Sub-15 que não saiu do 0 no tempo normal, o ponto extra foi ganho por 5 a 4 nas penalidades pela equipe cruzmaltina. 

Esse jogo foi válido pela quarta rodada da competição, o próximo adversário do tricolor será o América, no sábado, em Xerém. O Sub-15 entrará em campo às 9h e às 11h será a vez do Sub-17 medir forças com o mecão. 

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Em busca de novas jóias, a filosofia da base tricolor segue fazendo peneiras por todo o Brasil afim de encontrar os maiores talentos que se encaixem no perfil de xerém e seu esquema unificado de jogar.

O local escolhido para receber o belo projeto chamado "Tricolor na comunidade" foi a Ladeira dos Tabajaras, localizada no bairro de Botafogo, zona sul do Rio. 

A peneira recebeu atletas do sub-11 ao sub-15 e contou com os olhos atentos dos profissionais do scout tricolor com a supervisão do observador Pedro Henrique.

A próxima comunidade que irá receber o projeto do Fluminense será a Rocinha, no próximo dia 5 de setembro com a intenção de captar jogadores nascidos entre 2001 e 2007. A inscrição é gratuita, sendo necessário apenas uma cópia documento de RG ou certidão de nascimento.
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Imagem: Mailson Santana / Fluminense FC
Segunda rodada do Brasileirão: após vitória na estreia, o Fluminense batia o Santa Cruz até Jailson Freitas inventar pênalti em Grafite. Quinta rodada: depois de ganhar o Clássico Vovô, o time desperdiçou boas chances no Independência e ficou apenas no empate diante de um combalido Atlético, ainda na parte de baixo da tabela. Décima nona rodada: vindo de goleada sobre a Ponte em Edson Passos, um Inter em pedaços no Beira-Rio era o adversário perfeito para embalar. Mais um tropeço.  

Dentre outras, essas foram as principais oportunidades de emendar duas vitórias consecutivas desperdiçadas pela equipe de Levir Culpi na competição. Faltava uma sequência de resultados capaz de nos fazer acreditar em coisas grandes no Brasileirão. Nesse aspecto, a apertada vitória contra o Santa Cruz por 1 a 0, no Arruda, é animadora. A atuação passou longe de encher os olhos, mas, em um campeonato tão equilibrado, é fundamental conquistar o resultado quando se joga “mal”.


A importância de vitórias consecutivas vai além dos pontos somados na classificação. Uma progressão de êxitos revigora o estado anímico e enche o elenco de confiança, fator chave para qualquer sucesso no futebol. De nada adianta possuir bons jogadores, um modelo de jogo definido e um técnico com tempo de trabalho se o grupo não acredita na sua capacidade e não consegue vislumbrar voos mais altos. A inconstância destrói até projetos de grande potencial.  

Para voltar ao exemplo de 2011, citado por aqui na última coluna, foram quatro vitórias seguidas na virada de turno. Um time irregular, de meio de tabela e que não inspirava nenhuma confiança transformou-se em um real postulante ao título. Sonhar com o penta talvez seja exagerado à essa altura, porém está longe de ser inviável uma disputa por vaga na Libertadores. Todos os integrantes do bolo de cima oscilam e, com isso, abrem brechas para clubes da zona intermediária. Com um jogo a menos, a distância virtual do Fluminense para o G4 pode deixar de existir dentro de uma ou duas rodadas.

No entanto, será necessário jogar mais para bater o líder Palmeiras, no próximo domingo, no Mané Garrincha. E o próprio Levir reconhece. Os seis pontos contra América e Santa Cruz devem ser, sim, comemorados, independente do nível das atuações contra os dois últimos colocados. Há de se celebrar, também, que os dois resultados foram conquistados com gols de Henrique Dourado. O atacante apresenta evolução gradativa e já é um pilar do setor ofensivo, como esperado após sua contratação.

O ponto negativo fica por conta de mais uma atuação abaixo da crítica de Edson. Seu poder de marcação não compensa diante dos muitos erros que comete, comprometendo a saída de bola e pondo em risco a organização da melhor defesa do campeonato (!). Até mesmo Pierre, tão criticado, em especial pela recente renovação de contrato, entrou e foi mais eficiente que o camisa 8. Com a chegada de Orejuela, não vejo espaço para nenhum dos dois no elenco e espero que pelo menos um deles seja negociado.


A lamentar que o embate com o Palmeiras seja disputado em Brasília, onde o Fluminense nunca se sente em casa e raramente se dá bem. Fosse em Edson Passos e os ingressos rapidamente se esgotariam para o que já é o jogo mais importante do campeonato para o Tricolor, até aqui. Com a semana livre para treinos, será essencial preparar um time que produza mais do que vem produzindo em aspectos ofensivos, pois apenas solidez defensiva pode não ser suficiente contra o líder do Brasileirão.
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